Copa do Mundo 2018 em números – Agência CH

Copa do Mundo 2018 em números

Realizar uma Copa é a oportunidade de enxergar torneio para muito além dos gols e craques inesquecíveis

Da Redação

Os números que norteiam uma Copa do Mundo de Futebol são sempre superlativos, superando orçamentos de grandes cidades e até de países. Toda Copa é um espetáculo dentro de campo e também no entorno das cidades que pagam verdadeiras fortunas para sediar o maior evento do gênero em todo planeta.

Este ano, a 21ª edição não será diferente. Pela primeira vez um país do Leste Europeu ganhou o direito de, durante 31 dias, receber as atenções da imprensa mundial 24 horas por dia. Para isso, segundo dados do governo Putin, foram investidos US$ 38 bilhões.

Futebol profissional hoje é negócio. Em matéria do site Veja.com intitulado “Não é só futebol”, o jornalista escreveu: “Se a Copa do Mundo fosse apenas futebol, certamente não teria a dimensão e a graça que tem – mas, sem os gols e os lances inesquecíveis que constroem as lendas, cairia no esquecimento rapidamente”.

O jogo de futebol é o lado lúdico da Copa, mas o dinheiro é a catapulta que impulsiona o futebol negócio, administrado pela Fifa entre os seus 211 filiados, maior do que a Organização das Nações Unidas, que reúne 196 países, e do Comitê Olímpico Internacional, com 206.

O Agência CH utiliza dados do site MKT Esportivo para divulgar os valores que serão movimentados pela Fifa na realização da 21ª Copa do Mundo.

Saiba a divisão de receita, fase a fase, do Mundial que será disputado na Rússia.

Afinal, você sabe quanto cada seleção pode ganhar durante a disputa da Copa do Mundo FIFA 2018?

No total, a FIFA distribuirá até US$ 791 milhões, sendo US$ 400 milhões entre as 32 seleções participantes, que já garantiram US$ 1.5 milhão cada apenas por superar as eliminatórias (cota que a entidade classifica como preparation money, com valor total de US$ 48 milhões). Os prêmios finais, não cumulativos, variam conforme a etapa em que cada time encerrar sua campanha. Desta maneira:

— US$ 8 milhões para cada uma das 16 seleções eliminadas na fase de grupos;

— US$ 12 milhões para cada uma das oito seleções eliminadas nas oitavas-de-final;

— US$ 16 milhões para cada uma das quatro seleções eliminadas nas oitavas-de-final;

— US$ 22 milhões ao quarto colocado;

— US$ 24 milhões ao terceiro colocado;

— US$ 28 milhões para o vice;

— US$ 38 milhões para o campeão.

Os US$ 209 milhões que “sobraram” serão usados para remunerar os clubes que cederam jogadores às seleções; e US$ 134 milhões compõem um fundo para indenizar os clubes por eventuais lesões de seus atletas durante o período do torneio.

Em 2014, no Brasil, a entidade levantou US$ 4.826 milhões em receitas e lucrou US$ 2.096 bilhões. Para 2018, vale destacar a ausência de países importantes, como Itália e EUA, destaques à parte em quesitos como TV, bilheteria e hospedagem.

No Congresso Técnico realizado nesta quarta-feira 13, a Fifa divulgou um incremento de US$ 40 milhões na premiação da Copa do Mundo do Qatar, em 2022.

Em 2026, o maior torneio de futebol mundial será disputado em três países: EUA, Canadá e México, que venceram a candidatura de Marrocos.

Crédito: MKT Esportivo

 

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